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quinta-feira, 30 de maio de 2013

30/05/2013

Doce entardecer...
Quantas delícias a oferecer?
Quão glamorosa é a simplicidade
Do querer, sem ter, ater a distância?
E perecer às loucuras?


Ó, doce entardecer...
Por que não me respondes
A angústia e o bel-frenesi
Causado pela saudade
Que me consome de injúria?

Caro entardecer, não tarde!
Não me falhe a inconstância
Palpitar deste acelerado, ó, dor!
Aniquila a ânsia minha
E me permita deleitar o estupendo Amor!

Lelo Mendes - 16:37h - 16:45h

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