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segunda-feira, 18 de março de 2013

Ante a essência...


Ante a essência, ó doce brisa
Da madrugada que consome
Em plenitude a alma minha
Repetindo, à esmo, o meu nome

Clamando pelo que não sabe
- Desconhecida face companheira
Verdade inconsolável...não cale!
A pureza errante da guerreira

Que luta fielmente; ó, Amor!
Virtude que fortalece! Ardor
Da suprema angústia - perecer
A vil incerteza do não se ter...

Lelo Mendes - 18/03/2013 - 03:23h

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