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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Ante a insônia, ei-la: a poesia...

Perecer... ó, fúnebre cântico...
Por que me vens cometer
Tamanha injúria? O pranto
É o que me faz reviver...

...a essência da julgada
Vil alma entorpecida
Minha, sem curso, impregnada
Do odor da ferida esfacelada...

Ante a aberração da angústia
Da guerrilha que firmara, ó, amor,
Por quantos vales do terror-mor
Desbravar-lhes-ei sem nenhuma astúcia?...


05-12-2012
Lelo Mendes

Um comentário:

  1. Parabéns e continue a nos presentear com suas belas poesias. Abraços.
    Tânia Andrade.

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