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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Mais uma de saudade...

Ah, saudade.... 
Ó, distância que nos consome...
Faz-nos perecer aumentando a realidade desprovendo-nos um do outro...
Tristeza... Angústia que não tem fim! 
Angustia à alma e nos entrega à solidão que vem no crepúsculo de cada dia...
...E, como tão vil entardecer, as cores perdem sua beleza e o brilho escurece...
...É a vida que se encerra buscando um estilhaço de esperança... um caco qualquer caído ao chão...
...Ó, doce tristeza... ó, profunda melancolia...
...Ó distância tão infindável, por quê não te vais se quem mais quero não és tu, mas à amada que tanto me inspira cada palavra?
Saudade... Ah, saudade...
...Esta, que vem e que vai, mas que consome um quê de mim quando não está comigo, Amor.... e que, quando se esvai, deixa que tudo seja seu, anjo de mim, pois é seu o reino cujo enamorar rainha alguma ter poderia, senão, a única em existência: Você!


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