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segunda-feira, 14 de março de 2011

Philia...

Buscar compreender o que é sem ser...
Absorver-se... expelir o que não se é...
Encarar o que não parece... ó receio...
Fragilizados encontramo-nos... desolados...


Onde fora, confiança estimada?!
Em que tempo se escondera de mim?!
E, por quê me abandonara, senão, por si?!
Antes por si do que por mim, que nada sou...


Pisam meus rastros e torno-me efêmero...
Por que não me acusam do que fiz,
Em essência, do que sou?! Eis o fato
Que destrói os verídicos argumentos...


E feneço em lúgubre melancolia
Do que não me é pertinente - e então?!
Para quê?! Desgasto a alma minha
Simplesmente por existir alguma chama...


E os que se ensoberbecem - hipocrisia?!
Não me importa o que podem ser...
Devaneio, simplesmente, pelo Ágape
Que me conduz ao céu que tanto me faz lutar...


Paz e bem a todos...

2 comentários:

  1. suas palavras são extremamente perfeitas, vc respira fé música poesia é um pedacinho de cada coisa, e muito especial

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  2. O que dizer em meio a versos cheios de sentimento? Bom.. q poema mais cheio de poesia!! rs, simplesmente lindo, de se fazer pensar. Seus poemas causam variações em mim: lágrimas, sorrisos, surpresas, etc..Cada dia é uma nova surpresa, uma nova admiração. Parabéns! Deus te abençoe, obrigada por causar emoções lindas e únicas! (bb)

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