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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Poesia I

Ir além das fronteiras... ser humano
E ainda buscar o que não é... sendo
Ainda o que deve e não, estando
Acesa a alma... sem engano...


Perdida pela selva celeste,
Inebriada pelas maravilhas estrelares,
Entorpecida pelo que previste:
Não se assusta pelos inúmeros olhares...


Mas esconde a face frente à morte,
E reduz a vida para que não pereça,
Desconhecendo o medo, braço forte!


Eis que se revela, com cautela, ó dor!
E não permite que, então, se esqueça
Do que verdadeiramente é o bel-Amor...


P.I

2 comentários:

  1. um explendido "Bel-poema" meu camarada!!! Hoje que li esse com calma e não pude de deixar meus parabéns!!! Abraços fraternos!!!

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  2. vindo de um master da literatura contemporânea, irmão de fé, é fato que não é um singelo elogio, mas, em essência, o próprio toque de amor divino através de um irmão de caminhada!!
    obrigado, saudoso master william!! Paz e bem!!

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