Total de visualizações de página

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Deus: a essência do amor... ?

Passam-se os anos e, consigo, as mudanças são fluentes. Vivemos de preencher nossas vidas com "pedrinhas" que são coletadas ao longo do caminho... entretanto, por serem, algumas, mais vistosas que outras, esquecemos de verificar o quão merecedoras de louvor são determinadas pedras.
Limitamos nossos caminhos e a maneira que pensamos ter decidido decidir as coisas. Esquecemos de lembrar que o essencial é invisível aos olhos, e que é fundamental conhecer a procedência de todas as coisas... principalmente de nós mesmos.
Esquecemos que "o que eu vivo" não é nem depende "do que o outro vive", mas das escolhas que fazemos e da maneira com a qual alcançamos a graça de saber o que escolher.
Esquecemos, ainda, que somos templo do Espírito Santo... e que, em Sua Santa Graça, podendo pedir auxílio, isto é, desenvolver essa intimidade com Deus, passamos a deixar de lado e começamos a viver de pseudo-felicidades; acabamos ocupando demais nossas "vidas"; em suma, deixamos de viver, realmente.
Há tantas coisas boas, um legado enorme proposto por Deus, a nós, e não sabemos sequer colher um pequeno fruto disso tudo, para saborear com amor. Temos dias que nascem e que se vão... temos lindas tardes de chuva, noites tempestuosas, mas manhãs de sol maravilhosas... Temos a brisa suave que nos acalma no calor, mas que, também, nos faz sentir a presença de Deus, acariciando nossa face...
Temos o fim de tarde para apreciar, estrelas para velejar por todo o infinito e devanear, interminavelmente, enquanto durar nosso olhar para o céu...
Temos coisas simples, pequenas, mas fundamentais... Entretanto, temos o que há de melhor por toda existência humana: Deus... E ainda nos deparamos com "pequenas coisas" que nos fazem desviar o foco, que nos fazem crer que o imediatismo é fundamental, pois não existe tempo para nada disso: sem apreciações, sem reflexões acerca de nada, sem vínculos afetivos (senão interessadamente laçados), sem a busca pelo essencial. E sem esse mesmo amor, simples, como a própria palavra exprime, mas cuja força está diretamente relacionada a Deus, vamos nos permitindo conduzir por um mar vazio e frio, sem cores, sem cheiro, sem sentido...
"Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo" é viver intensamente a oportunidade que o Paráclito nos reserva (diariamente) para conhecer a essência do Ágape...

Benedicite...

Nenhum comentário:

Postar um comentário